Secretária de Agricultura, Pecuaria e Pesca participa de uma colheita em Itaipuaçu, na Horta do Produtor Marinho Mecânico

Quinta-feira na  parte da manhã (05/10), a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca, participou da colheita na horta do produtor Marinho Mecânico, em Itaipuaçu, que  transformou o terreno baldio ao lado de sua casa em uma horta orgânica  produzindo,  legumes, verduras e frutas. Bem legal né?! Esse foi um incentivo para o Secretário  de Agricultura, Pecuária e Pesca, Julio Carolino,  criasse o projeto de Horta Comunitária em todas as regiões de Maricá, que tem como objetivo,  fazer com que os terrenos públicos e particulares da cidade e que estejam abandonados, passam a serem utilizados para a produção de alimentos orgânicos. Cerca de 20 alunos do 1° e 2° ano da Escola Municipal, São Bento da Lagoa, puderam conhecer cada cantinho da horta e entender o porquê é tão importante comer um alimento orgânico e não industrializado , logo depois  puderam colher alface,  beringela e ovos, Marinho Mecânico, doou para cada aluno meia dúzia de ovos e  os produtos que foram retirados de sua horta por eles. Todos adoraram. No final da colheita, A primeira Dama, Rosana Horta, o Secretário de Agricultura, Pecuária e Pesca, Julio Carolino e sua equipe tiveram um maravilhoso almoço, com peixe e pirão , oferecida pelo produtor Marinho e sua esposa Valdéia. Estiveram presentes na colheita, A Primeira Dama, Rosana Horta, O Secretário , Julio Carolino, A Subsecretária, Julyana Von Matter e A Diretora adjunta do colégio São Bento da lagoa, Gleice Carvalho.

Diretora adjunta da escola, Glaiciana Carvalho, 41 anos, falou do conhecimento adquirido pelos alunos. “É uma oportunidade de eles lidarem com a terra e ver de onde vêm os alimentos”, explicou.

Para o Secretário Júlio Carolino a importância de educar as crianças quanto a plantar e se alimentar é essencial. “Se você traz a criança e ela vê onde é produzido e a forma como isso é feito, ajudando a plantar e a colher, é um estímulo para ensiná-la a comer, acabando com aquela habitual disputa dos pais e professores para fazer com que as crianças comam esses alimentos, mesmo estando numa época de fast food, alimentos congelados e miojo. Temos que voltar a esse tipo de alimentação saudável e sem agrotóxicos”, declarou.

Aos oito anos, Caio da Paixão estava muito animado por ter participado da colheita. “Eu achei muito bonito. Coloquei a mão na terra e peguei alface, berinjela, que eu gosto de comer”. A amiga Natália da Silva, 7 anos, também fez sua primeira colheita. “O tio me ensinou e eu tirei da terra o alface. Minha mãe sempre compra para mim, eu como, gosto, mas o gosto que tem eu esqueci. Achei tudo legal aqui”, contou.

Cada criança levou para casa uma quantidade simbólica de ovos das galinhas criadas no local, além de alface e berinjela. “O motivo é oferecer a essas crianças o acesso à cultura de uma produção e a oportunidade de escolher comer alimentos saudáveis”, concluiu Julio Carolino.

 

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